Resgatando a Arte Rupestre

Desenvolvida por: Lucas … (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: História
Temática: Pré-História e Antiguidade

Esta atividade explora a rica história da arte rupestre da Serra da Capivara, no Piauí, incentivando os alunos a compreenderem a importância desses registros pré-históricos. Os estudantes são orientados a realizar uma pesquisa prévia por meio de vídeos e textos, o que promove uma introdução rica ao tema. O propósito é instigar um entendimento crítico dos desenhos e suas implicações culturais. A atividade propõe uma roda de debate para discutir interpretações dos desenhos, permitindo que os alunos expressem suas opiniões e ouçam diferentes pontos de vista. A comparação com manifestações artísticas de outras sociedades antigas incentiva uma perspectiva global e comparativa, promovendo a reflexão sobre diferentes formas de comunicação e expressão cultural ao longo da história humana. Esta análise crítica também se estende a entender o contexto de vida dos povos pré-cabralinos por meio de suas expressões artísticas, promovendo uma compreensão mais ampla e profunda do cotidiano desses povos.

Objetivos de Aprendizagem

Os objetivos de aprendizagem deste plano são fomentar o pensamento crítico-histórico, promovendo a análise dos contextos sociais e culturais através da arte rupestre. O plano visa capacitar os alunos a elaborar hipóteses e argumentos fundamentados em evidências históricas e culturais, estimulando uma compreensão ampla das origens e evoluções das sociedades humanas. A atividade está alinhada ao desenvolvimento das competências socioemocionais e comunicativas, promovendo discussões que estimulam a empatia e o respeito pela diversidade cultural.

  • Promover a compreensão crítica da arte rupestre e seu contexto histórico.
  • Desenvolver habilidades de análise e argumentação sobre expressões culturais.
  • Fomentar a comparação entre diferentes manifestações artísticas.
  • Estimular a empatia e o respeito na discussão de temas culturais variados.

Habilidades Específicas BNCC

  • EM13CHS102: Identificar, analisar e discutir as circunstâncias históricas, geográficas, políticas, econômicas, sociais, ambientais e culturais de matrizes conceituais (etnocentrismo, racismo, evolução, modernidade, cooperativismo/desenvolvimento etc.), avaliando criticamente seu significado histórico e comparando-as a narrativas que contemplem outros agentes e discursos.
  • EM13CHS103: Elaborar hipóteses, selecionar evidências e compor argumentos relativos a processos políticos, econômicos, sociais, ambientais, culturais e epistemológicos, com base na sistematização de dados e informações de diversas naturezas (expressões artísticas, textos filosóficos e sociológicos, documentos históricos e geográficos, gráficos, mapas, tabelas, tradições orais, entre outros).
  • EM13CHS104: Analisar objetos e vestígios da cultura material e imaterial de modo a identificar conhecimentos, valores, crenças e práticas que caracterizam a identidade e a diversidade cultural de diferentes sociedades inseridas no tempo e no espaço.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático foca na introdução e exploração da arte rupestre como uma importante manifestação cultural e histórica. Inicialmente, o estudo abordará a arte rupestre da Serra da Capivara, específica ao contexto brasileiro pré-histórico, e depois ampliará o escopo para incluir comparações com outras sociedades antigas ao redor do mundo. O conteúdo é desenhado para estimular o pensamento crítico-histórico através da análise de fontes diversas, como textos e vídeos, complementados por debates em sala. Este enfoque promove a reflexão sobre práticas culturais, crenças e valores ao longo da história, estreitando a percepção dos alunos sobre como expressões artísticas refletem e influenciam seus contextos sociais e históricos.

  • Introdução à Arte Rupestre: Contexto Histórico e Cultural.
  • Estudo da Arte Rupestre da Serra da Capivara.
  • Comparação com Manifestações Artísticas de Outras Sociedades Antigas.
  • Análise de Fontes e Materiais: Textos, Vídeos e Imagens.
  • Debates sobre Interpretações e Significados.

Metodologia

A metodologia empregada procura engajar os alunos através da utilização de metodologias ativas como a Sala de Aula Invertida e Roda de Debate. Na Sala de Aula Invertida, os alunos realizarão uma pesquisa prévia para se familiarizarem com a arte rupestre, permitindo um maior envolvimento e protagonismo no desenvolvimento do conhecimento. Durante a Roda de Debate, os alunos exercitarão a exposição de seus pontos de vista e argumentação sobre o tema, promovendo a empatia e o respeito pela diversidade de opiniões. Estas metodologias são eficazes para incentivar a participação ativa dos estudantes e desenvolvem habilidades de comunicação e análise crítica.

  • Sala de Aula Invertida.
  • Pesquisa Prévia com Textos e Vídeos.
  • Roda de Debate sobre Temas Culturais.
  • Discussão Comparativa entre Sociedades Antigas.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma da atividade prevê uma aula de 60 minutos, estruturada para maximizar o engajamento dos alunos e promover uma compreensão profunda do tema. Durante este tempo, a aula será dividida entre a revisão dos materiais de pesquisa prévia realizada pelos alunos, seguida pela Roda de Debate. Esta estrutura permite que os alunos consolidem seu entendimento e explorem o tema em maior profundidade, favorecendo o desenvolvimento de habilidades críticas e comunicativas.

  • Aula 1: Os alunos revisam suas descobertas prévias sobre a arte rupestre e participam de uma Roda de Debate, trocando ideias sobre interpretações e significados, além de relacionar com outras manifestações culturais antigas.
  • Momento 1: Revisão e Compartilhamento de Descobertas (Estimativa: 20 minutos)
    Inicie a aula pedindo aos alunos que revisem suas anotações e pesquisas prévias sobre a arte rupestre. Organize a sala de forma que eles se sentem em grupos pequenos e permitam que compartilhem as informações e insights mais interessantes que encontraram em seus estudos. Circulando pela sala, estimule a participação de todos, fazendo perguntas provocativas como O que mais te surpreendeu na arte rupestre? ou Qual significado você acha que esses desenhos podem ter tido para as sociedades antigas?. Avalie a participação de cada aluno observando se eles contribuem com informações relevantes e se mantém engajados na discussão.

    Momento 2: Exposição Coletiva de Ideias (Estimativa: 15 minutos)
    Reúna a turma novamente e solicite que cada grupo compartilhe uma descoberta ou ponto de vista significativo discutido internamente. Utilize um quadro ou flip chart para registrar ideias principais, destacando as diferentes interpretações e significados atribuídos à arte rupestre pelos grupos. Incentive intervenções respeitosas entre os participantes e promova a empatia ao ouvir as ideias dos colegas. Avalie a capacidade dos grupos de sintetizar e comunicar claramente suas ideias para o restante da turma.

    Momento 3: Roda de Debate Comparativa (Estimativa: 20 minutos)
    Organize uma roda de debate, propondo perguntas mais específicas sobre as comparações entre a arte rupestre e outras manifestações artísticas antigas, como Quais semelhanças e diferenças vocês observam entre a arte rupestre da Serra da Capivara e outras expressões artísticas de sociedades antigas?. Dirija a discussão para que cada aluno tenha a oportunidade de contribuir, usando apoio visual como imagens ou infográficos para ilustrar pontos. Estimule a argumentação fundamentada em evidências culturais e histórica. Observe se a roda de debate está fluindo de forma respeitosa e critica, intervindo quando necessário para manter a qualidade da troca.

    Momento 4: Fechamento e Reflexão Individual (Estimativa: 5 minutos)
    Conclua a aula pedindo que os alunos escrevam um curto parágrafo reflexivo sobre o que mais impactou ou ampliou suas percepções durante a atividade. Essa tarefa pode ser mantida em seus cadernos ou enviada digitalmente. Explique que essa prática não só reforça o aprendizado, mas também ajuda a construir suas habilidades de redação e reflexão crítica. Avalie a capacidade de auto-reflexão dos alunos por meio desses escritos e ofereça feedback sempre que possível.

Avaliação

A avaliação da atividade empregará uma abordagem diversificada, considerando tanto processos formativos como somativos para proporcionar um feedback abrangente. O objetivo principal é verificar a compreensão crítica e a habilidade de análise dos alunos em relação ao tema. Os critérios de avaliação incluem a participação ativa na roda de debate, a capacidade de argumentação fundamentada nas evidências estudadas e a criatividade na formulação de hipóteses sobre as manifestações artísticas. Um exemplo prático de aplicação inclui a elaboração de um relatório reflexivo pós-debate, onde cada aluno irá compilar e analisar suas conclusões, oferecendo uma oportunidade para autoavaliação e reflexão sobre o processo de aprendizagem. Para garantir a inclusão, adaptações nos critérios serão feitas para alunos com necessidades específicas, como a possibilidade de apresentação oral para aqueles com dificuldades de escrita.

  • Participação ativa e colaborativa na Roda de Debate.
  • Argumentação fundamentada e habilidade crítica em relação às evidências culturais.
  • 1. Objetivo da Avaliação:
    O objetivo desta avaliação é analisar a capacidade dos alunos de construir argumentações bem fundamentadas com base em evidências culturais, assim como sua habilidade crítica para interpretar e relacionar informações sobre a arte rupestre e outras manifestações artísticas antigas. Essa avaliação está alinhada aos objetivos de aprendizagem, uma vez que incentiva o desenvolvimento de habilidades de análise, argumentação e compreensão crítica da arte rupestre.

    2. Critérios de Avaliação:
    Os critérios para esta avaliação incluem a coerência da argumentação apresentada pelos alunos, o uso eficaz de evidências culturais para fundamentar suas ideias, a capacidade de realizar conexões críticas entre diferentes informações e o uso de exemplos pertinentes na discussão. Espera-se que os alunos demonstrem um nível elevado de compreensão ao relacionar a arte rupestre com o contexto cultural e histórico.

    3. Sistema de Pontuação:
    A avaliação será pontuada em uma escala de 0 a 10, com pontos distribuídos igualmente entre os critérios: coerência na argumentação (2,5 pontos), uso de evidências culturais (2,5 pontos), capacidade de análise crítica (2,5 pontos) e relevância dos exemplos utilizados (2,5 pontos).

    4. Rubricas de Avaliação:
    Critério 1: Coerência na Argumentação
    Avalia a capacidade do aluno de apresentar suas ideias de forma clara e lógica.
    Pontuação:
    5 pontos: A argumentação é clara, bem estruturada e apresenta um raciocínio lógico consistente.
    4 pontos: A argumentação é clara e bem estruturada, mas com algumas falhas menores no raciocínio.
    3 pontos: A argumentação é satisfatória, mas precisa de maior clareza e melhor estruturação.
    2 pontos: A argumentação é confusa e desorganizada, com falhas significativas.
    1 ponto: A argumentação é insuficiente, sem estrutura clara e lógica.

    Critério 2: Uso de Evidências Culturais
    Avalia a capacidade do aluno de integrar evidências culturais pertinentes para sustentar suas ideias.
    Pontuação:
    5 pontos: As evidências culturais são relevantes, bem selecionadas e integradas à argumentação.
    4 pontos: As evidências culturais são relevantes e bem selecionadas, mas não totalmente integradas à argumentação.
    3 pontos: As evidências culturais são selecionadas, mas a relevância e a integração podem melhorar.
    2 pontos: As evidências culturais são mal selecionadas ou mal integradas.
    1 ponto: Não há evidências culturais relevantes apresentadas.

    Critério 3: Capacidade de Análise Crítica
    Avalia a capacidade do aluno de realizar conexões críticas entre informações culturais.
    Pontuação:
    5 pontos: As conexões críticas são profundas e demonstram uma compreensão avançada do tema.
    4 pontos: As conexões críticas são coerentes, mas podem ser mais desenvolvidas.
    3 pontos: As conexões críticas são feitas, mas apresentam limitações na profundidade da análise.
    2 pontos: Há tentativas de conexões críticas, mas são superficiais.
    1 ponto: Não há conexões críticas demonstradas.

    Critério 4: Relevância dos Exemplos Utilizados
    Avalia a pertinência dos exemplos utilizados para ilustrar a argumentação.
    Pontuação:
    5 pontos: Os exemplos são altamente pertinentes e ilustram de forma eficaz a argumentação.
    4 pontos: Os exemplos são pertinentes, mas podem ser mais variados ou aprofundados.
    3 pontos: Os exemplos são utilizados, mas apresentam limitações em sua pertinência.
    2 pontos: Os exemplos são pouco pertinentes ou mal utilizados.
    1 ponto: Não há exemplos pertinentes apresentados.

    5. Adaptações e Inclusão:
    Para alunos com necessidades específicas, a avaliação pode ser adaptada por meio de prorrogação de prazo, fornecimento de materiais em formatos acessíveis ou disponibilização de recursos adicionais para pesquisa e compreensão. Essas adaptações buscam garantir que todos os alunos tenham oportunidades equivalentes de demonstrar suas habilidades, respeitando suas diferenças individuais e promovendo a equidade no processo avaliativo.

  • Elaboração de um relatório reflexivo pós-debate.

Materiais e ferramentas:

Para a realização desta atividade, diversos recursos e materiais serão empregados para enriquecer a experiência de aprendizagem e facilitar uma compreensão ampla do tema proposto. A utilização de vídeos, textos e imagens sobre a arte rupestre da Serra da Capivara fomentará a pesquisa e o aprofundamento do conhecimento pelos alunos. Recursos tecnológicos, como ambientes virtuais de aprendizagem ou plataformas de vídeo online, proporcionarão acesso facilitado ao conteúdo, enquanto a sala de aula servirá como um espaço de interação e debate. Estes recursos são selecionados para garantir que todos os alunos possam participar ativamente e de forma inclusiva, atendendo as suas diversas necessidades.

  • Vídeos sobre Arte Rupestre da Serra da Capivara.
  • Textos acadêmicos e jornalísticos.
  • Imagens e infográficos.
  • Ambientes virtuais de aprendizagem.

Inclusão e acessibilidade

Entendemos que os desafios cotidianos enfrentados pelo professor podem ser avassaladores, mas a inclusão e acessibilidade são fundamentais para o sucesso de todos os alunos. Com isso em mente, propomos estratégias que não onerem o docente em termos de tempo e recursos. Para alunos com TDAH, utilizar técnicas de divisão de tarefa e estabelecer um cronograma visual pode ser eficaz em auxiliar na organização e foco. A moderação contínua e a criação de momentos reservados para participação específica durante debates podem garantir a inclusão dos alunos com dificuldades de socialização. Tecnologias de apoio, como aplicativos de checklist e alarmes, podem ser introduzidas de forma simples. Para o ambiente físico, a disposição em semicírculo para debates melhora a interação visual. Modificações na forma de avaliar, como a realização de apresentações curtas e informais, podem acomodar diversas necessidades. O monitoramento contínuo com sessões frequentes para discussão do progresso com os alunos e contato com os pais garante que as estratégias sejam ajustadas conforme a necessidade e a eficácia de cada intervenção seja avaliada.

  • Divisão de tarefas em partes menores para alunos com TDAH.
  • Uso de checklists e lembretes em aplicativos.
  • Ambiente de sala de aula disposto em semicírculo para debates.
  • Acompanhamento contínuo e comunicação com as famílias.
  • Modificações na forma e no critério de avaliação.

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