O Diário de um Aventureiro

Desenvolvida por: Eliane… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Língua Portuguesa
Temática: Produção de Textos e Escrita Criativa

Nesta atividade, os alunos do 3º ano do Ensino Fundamental serão convidados a criar diários fictícios de personagens aventureiros, permitindo o desenvolvimento de habilidades de escrita criativa e compreensão de gêneros textuais. O plano começa com um debate sobre a importância e a função dos diários, seguido pela construção coletiva de uma história de aventura. Em uma aula expositiva, os alunos aprenderão sobre técnicas de escrita criativa. A aplicação prática será a elaboração autônoma de diários pelos alunos, que terão a oportunidade de expressar suas ideias de forma estruturada. Por fim, em uma roda de debate, os alunos compartilharão suas criações, estimulando o diálogo sobre as aventuras e emoções relatadas, integrando competências socioemocionais como empatia e respeito ao ouvir as demais histórias.

Objetivos de Aprendizagem

Os objetivos de aprendizagem desta atividade são cuidadosamente alinhados ao desenvolvimento de competências da BNCC, promovendo a compreensão da função social dos textos e a habilidade de localizar informações explícitas. A atividade fomenta o desenvolvimento da escrita, incentivando os alunos a formar suas próprias narrativas enquanto constroem uma compreensão mais profunda dos gêneros textuais e espaços de circulação. A prática da escrita de diários permite que os alunos estabeleçam conexões com experiências pessoais, promovendo um aprendizado significativo.

  • Compreender a função e a estrutura de diferentes gêneros textuais, especialmente os diários.
  • Desenvolver habilidades de escrita criativa por meio da elaboração de narrativas pessoais e fictícias.
  • Estimular a expressão de emoções e a interação socioemocional através do compartilhamento de histórias.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF15LP01: Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.
  • EF15LP02: Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.
  • EF15LP03: Localizar informações explícitas em textos.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático desta atividade é cuidadosamente estruturado para incluir a compreensão e produção de textos narrativos, permitindo que os alunos pratiquem a escrita criativa em um formato conhecido: o diário. Os alunos serão introduzidos ao conceito e estrutura dos diários, explorando exemplos variados que ilustrem o uso de diários no cotidiano e na ficção. O conteúdo também abrange a prática de leitura expressiva, análise de emoções e como narrar acontecimentos de maneira clara e envolvente. Este conteúdo não só reforça habilidades de leitura e escrita, mas também estimula o pensamento crítico e a capacidade de organização de ideias.

  • Estrutura e características do gênero textual diário.
  • Técnicas de escrita criativa e narrativa.
  • Prática de leitura e expressão de emoções.
  • Construção de narrativas pessoais e fictícias.
  • Enriquecimento do vocabulário e estilo pessoal de escrita.

Metodologia

Nossa metodologia integra práticas interativas e colaborativas para promover um ambiente de aprendizagem dinâmico e inclusivo. Começamos com um debate, que incentiva o pensamento crítico e a expressão oral, seguido por atividades de escrita colaborativa, onde os alunos constroem conjuntamente a base para seus diários. A introdução à escrita criativa enriquece a experiência ao fornecer técnicas que os alunos podem aplicar de forma autônoma. O modelo mão-na-massa na elaboração dos diários incentiva a autonomia e o protagonismo estudantil, permitindo que os alunos explorem suas próprias vozes de maneira significativa. As rodas de debate no fechamento promovem a reflexão e a comunicação aberta.

  • Debate inicial sobre a função e importância dos diários.
  • Elaboração coletiva de uma história de aventura.
  • Aula expositiva sobre técnicas de escrita criativa.
  • Produção autônoma de diários fictícios.
  • Roda de debate para compartilhamento e discussão das produções.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma da atividade foi cuidadosamente planejado para garantir uma progressão lógica e um tempo adequado para cada etapa do aprendizado. A primeira aula se concentra em debates introdutórios, estabelecendo a importância dos diários. A segunda aula aprofunda-se na criação coletiva de uma narrativa de aventura. Na terceira, oferecemos uma exposição focada em técnicas de escrita, o que prepara os estudantes para a prática autônoma na quarta aula. Finalizamos com uma roda de debate na quinta aula, permitindo a partilha e reflexão sobre as produções criadas. Assim, asseguramos que os objetivos de aprendizagem sejam gradualmente construídos e internalizados.

  • Aula 1: Introdução e debate sobre diários.
  • Momento 1: Abertura e Apresentação da Atividade (Estimativa: 10 minutos)
    Comece a aula cumprimentando os alunos e introduzindo o tema dos diários de aventura. Explique brevemente a importância dos diários e como eles podem capturar histórias e emoções. Utilize exemplos simples e interessantes, atraindo a atenção dos alunos. Permita que os alunos compartilhem, se desejarem, algum conhecimento prévio sobre diários.

    Momento 2: Roda de Debate Inicial sobre a Função dos Diários (Estimativa: 20 minutos)
    Organize os alunos em um círculo, criando um ambiente de diálogo. Pergunte sobre o que eles acreditam ser um diário e qual seria sua função. Estimule a participação de todos, respeitando o tempo de fala, e anote os pontos principais em um quadro. Intervenha para manter o foco e aprofundar questões importantes, como a diferença entre um diário pessoal e um diário de aventura. Avalie a participação e a capacidade dos alunos em respeitar as falas alheias.

    Momento 3: Discussão Coletiva sobre Estrutura e Elementos de um Diário (Estimativa: 20 minutos)
    Apresente aos alunos uma breve explicação sobre a estrutura do diário, destacando a presença de data, descrição de eventos e expressão de sentimentos. Utilize exemplos curtos de textos de diários para ilustrar. Peça aos alunos que pensem em exemplos da vida real ou histórias conhecidas que poderiam ser registrados em um diário de aventura. Facilite a participação e ajude a conectar as ideias compartilhadas com os elementos estruturais discutidos. Observe se os alunos conseguem relacionar as características com exemplos práticos.

    Momento 4: Revisando e Encorajando a Continuidade (Estimativa: 10 minutos)
    Revise os principais pontos discutidos sobre diários, recapitulando suas funções e características. Encoraje os alunos a continuarem pensando sobre o que gostariam de escrever em um diário de aventura. Reforce a importância de ouvir seus colegas e refletir sobre suas próprias ideias e emoções. Promova um ambiente de incentivo e motivação para as próximas etapas da atividade. Prepare os alunos para a próxima aula, onde trabalharão juntos em uma história de aventura.

  • Aula 2: Criação coletiva de uma história de aventura.
  • Momento 1: Introdução à Criação Coletiva (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula relembrando aos alunos sobre o que compõe uma história de aventura, destacando elementos como cenário, personagens, conflito, clímax e desfecho. Utilize exemplos conhecidos das crianças para contextualizar. Explique que hoje a turma irá elaborar juntos uma história de aventura, onde cada aluno poderá contribuir com suas ideias. Valorize a participação de todos e estabeleça que a participação ativa e o respeito pelas ideias dos colegas são fundamentais.

    Momento 2: Brainstorming Coletivo (Estimativa: 15 minutos)
    Organize os alunos em um círculo e comece o processo de brainstorming, onde cada aluno pode sugerir elementos para a nova história. Anote as ideias em um quadro. Incentive a criatividade e introduza perguntas orientadoras, como: 'Que tipo de aventuras vocês gostariam de vivenciar?' ou 'Que tipo de personagens seriam interessantes na nossa história?' Garanta que todos tenham oportunidade de contribuir e intervenha se necessário para mantê-los focados e engajados.

    Momento 3: Estruturação da História (Estimativa: 20 minutos)
    No quadro, organize as ideias coletadas em uma estrutura básica de narrativa, destacando início, desenvolvimento e final da história. Guie os alunos na escolha conjunta de elementos a serem incorporados na aventura, decidindo, por exemplo, o cenário principal, os protagonistas e o desafio central. Relembre os alunos sobre a importância da coerência e da coesão ao longo da narrativa. Permita que eles discutam e construam pontes entre as diferentes ideias para formar uma narrativa única e coesa. Avalie a capacidade de colaboração e de julgamento coletivo.

    Momento 4: Redação Coletiva (Estimativa: 10 minutos)
    Com a estrutura da história definida, conduza os alunos na redação do início da história coletiva. Escreva no quadro as ideias verbalizadas pelos alunos, sempre validando com o grupo se o texto gera consenso. Incentive os alunos a pensar em descrições ricas e diálogos entre personagens, envolvendo todos na construção textual. Reforce a importância de todos valorizaram o processo e compartilhem suas sugestões. Faça com que os alunos reflitam sobre as escolhas feitas.

    Momento 5: Encerramento e Reflexão (Estimativa: 5 minutos)
    Finalize a aula revendo os principais pontos da história criada. Peça aos alunos que compartilhem como se sentiram participando da atividade coletiva e o que consideram mais interessante na história construída. Destaque o espírito de colaboração, ressaltando o valor de cada contribuição individual na formação de uma história rica e única. Faça anotações sobre impressões e desafios. Prepare-os para que a história possa ser finalizada posteriormente.

  • Aula 3: Aula expositiva sobre escrita criativa.
  • Momento 1: Apresentação da Aula e Introdução ao Tema (Estimativa: 10 minutos)
    Comece a aula cumprimentando os alunos e apresentando os objetivos do dia: compreender e aplicar conceitos de escrita criativa. Explique a importância da escrita criativa na expressão de ideias e emoções. Utilize exemplos de trechos de livros infantis para ilustrar. Permita que os alunos façam perguntas iniciais e expressem suas expectativas para a aula.

    Momento 2: Conceitos Básicos de Escrita Criativa (Estimativa: 15 minutos)
    Na lousa ou cartolina, detalhe os conceitos básicos de escrita criativa, como originalidade, criatividade, coerência e coesão. Explique o uso de figuras de linguagem e a importância de um vocabulário rico. Para manter a atenção dos alunos, utilize jogos de palavras ou pequenas atividades interativas como charadas ou rimas. Pergunte aos alunos sobre suas histórias favoritas e quais elementos chamaram a atenção nelas.

    Momento 3: Exemplificação e Análise de Textos (Estimativa: 15 minutos)
    Distribua pequenos textos ou trechos de histórias de aventura variados para os alunos. Leia os textos em voz alta, antes de analisar coletivamente os elementos criativos presentes, como construção de cena, descrição de personagens e desenvolvimento de enredo. Pergunte aos alunos o que eles acharam mais criativo em cada exemplo. Observe se os alunos entendem os conceitos de criatividade e como eles são aplicados nos exemplos analisados. Incentive-os a fazer observações e perguntas.

    Momento 4: Discussão Guiada sobre Estratégias Criativas (Estimativa: 15 minutos)
    Conduza uma discussão em que os alunos possam gerar ideias para suas próprias histórias. Sugira perguntas como 'Que tipo de história vocês gostariam de escrever?' ou 'Quais personagens podem ser interessantes?'. Anote as ideias no quadro e estimule a participação de todos. Reforce a importância de pensar fora da caixa e experimentar diferentes estilos e temas. Avalie a habilidade dos alunos em criar ideias originais e articuladas.

    Momento 5: Revisão e Encerramento (Estimativa: 5 minutos)
    Revise brevemente os conceitos e exemplos discutidos. Peça aos alunos para compartilhar o que aprenderam e o que mais gostaram durante a aula. Agradeça as contribuições e pergunte se há dúvidas remanescentes. Encoraje-os a começar a pensar em suas próprias histórias de aventura para compartilhar na próxima atividade prática. Promova um ambiente de incentivo e celebração das habilidades expressas durante a aula.

  • Aula 4: Elaboração autônoma dos diários fictícios.
  • Momento 1: Definindo o Cenário e o Personagem (Estimativa: 10 minutos)
    Comece a aula saudando os alunos e explicando que hoje eles irão começar a escrever seus diários fictícios. Oriente cada estudante a pensar em um cenário específico onde sua história de aventura irá ocorrer e a definir um personagem principal. Forneça exemplos simples para estimular a criatividade, como um desertor explorando uma ilha misteriosa ou um jovem aventureiro no espaço. Passeie pela sala, ajudando os alunos que tenham dificuldades para começar ou para se organizar.

    Momento 2: Início da Escrita Criativa (Estimativa: 15 minutos)
    Incentive os alunos a começarem a escrever as primeiras entradas do diário de seus personagens. Reforce a importância de incluir uma data, o local da aventura, e descrever os sentimentos e emoções do personagem. Explique que não precisam se preocupar com a perfeição gramatical nesta fase. Circule pela sala, dando feedbacks individuais ou colectivos, caso note padrões de dificuldades similares entre os estudantes.

    Momento 3: Desenvolvimento do Segundo Parágrafo (Estimativa: 15 minutos)
    Instrua os alunos a aprofundarem suas narrativas, descrevendo um evento ou desafio que ocorre na história. Oriente-os a usar descrições vívidas e diálogos para tornar o texto mais interessante. Faça intervenções pontuais para incentivar detalhes e clareza, ajudando alunos que podem ter dificuldades em desenvolver a narrativa.

    Momento 4: Revisão e Autoavaliação (Estimativa: 10 minutos)
    Peça que os alunos releiam o que escreveram e façam ajustes, focando na clareza das ideias e na coerência do texto. Estimule que identifiquem melhorias possíveis e usem um 'checklist' de escrita: presença de datas, descrição do cenário, e expressões de sentimentos. Este é um bom momento para fomentar a autoavaliação e a percepção de suas próprias habilidades.

    Momento 5: Compartilhamento Breve (Estimativa: 10 minutos)
    Incentive alguns alunos a compartilharem um parágrafo ou parte específica de suas escritas com a turma. Promova um ambiente respeitoso e encorajador para o feedback construtivo entre os colegas. Observe a capacidade de ouvir e respeitar as contribuições de outros alunos, destacando a importância da empatia.

  • Aula 5: Compartilhamento e discussão das produções.
  • Momento 1: Início e Preparação para o Compartilhamento (Estimativa: 10 minutos)
    Comece a aula cumprimentando os alunos e explicando o objetivo do dia: compartilhar e discutir os diários de aventura criados. Reforce a importância de um ambiente respeitoso e colaborativo. Organize os alunos em um círculo para facilitar a troca de ideias. Faça-os relembrar as regras de escuta ativa e respeito ao falar e ao ouvir os colegas. Prepare um quadro ou cartolina para anotar pontos importantes ou feedback.

    Momento 2: Apresentação e Leitura dos Diários (Estimativa: 25 minutos)
    Permita que um aluno por vez compartilhe seu diário com a turma. Incentive cada estudante a ler em voz alta um trecho que considera interessante ou desafiador. Após cada apresentação, pergunte aos colegas o que acharam único ou criativo e incentive sugestões construtivas. Realize intervenções para assegurar que todos participem, respeitando o tempo e reforçando críticas construtivas.

    Momento 3: Discussão Guiada sobre as Produções (Estimativa: 15 minutos)
    Conduza uma discussão sobre os temas comuns e diferenças entre os diários apresentados. Estimule os alunos a identificarem elementos de escrita criativa que mais os impressionaram, listando no quadro. Questione o que poderiam fazer de diferente em futuras escritas. Peça que reflitam sobre como as histórias dos colegas despertaram suas emoções ou lembranças. Este é um bom momento para consolidar conceitos de empatia e respeito pelas experiências dos outros.

    Momento 4: Encerramento e Reflexões Finais (Estimativa: 10 minutos)
    Finalize a aula coletando impressões dos alunos sobre o que foi mais inspirador ou desafiador ao ouvir as histórias dos colegas. Pergunte o que aprenderam sobre suas próprias habilidades de escrita e como podem melhorá-las. Compartilhe um feedback geral sobre o processo de construção e compartilhamento das histórias. Reforce o aprendizado socioemocional proporcionado pela atividade e agradeça a participação ativa e o respeito demonstrado.

Avaliação

A avaliação será contínua e diversificada, focada não apenas no produto final, mas em todo o processo de aprendizado. Utilizaremos observações e anotações durante as atividades de debate e escrita coletiva para monitorar o envolvimento e progresso dos alunos. A avaliação formativa permitirá identificar dificuldades e ajustar estratégias pedagógicas, sempre com foco no desenvolvimento das competências previstas. Serão considerados critérios como criatividade, organização das ideias, coerência e coesão textuais. Além disso, haverá espaço para autoavaliação, onde os estudantes poderão refletir sobre sua evolução e desafios enfrentados, promovendo a autorreflexão e o autoconhecimento.

  • Observação contínua e anotações sobre a participação nos debates.
  • Avaliação do processo de escrita coletiva.
  • Critérios de criatividade, coerência e coesão textuais.
  • Autoavaliação dos estudantes sobre suas produções.
  • Feedback formativo para ajuste de estratégias de ensino.

Materiais e ferramentas:

Os materiais e recursos escolhidos para esta atividade foram selecionados para enriquecer o processo de aprendizagem, garantindo que todos os alunos tenham acesso igualitário e eficaz às ferramentas necessárias. Utilizaremos materiais simples e acessíveis, como papel e canetas, para favorecer a escrita manual, considerando as restrições quanto ao uso de recursos digitais. Além disso, textos exemplares de diários serão usados para introduzir o gênero e estimular a criatividade dos alunos. A adaptação dos materiais, se necessária, será feita de forma prática e economicamente viável, permitindo a inclusão de todos os alunos, mesmo em contextos de sala de aula sem muitos recursos.

  • Papéis e canetas para escrita.
  • Textos exemplares de diários para análise.
  • Quadro e giz para debates e exposições.
  • Materiais adaptados conforme necessidades específicas dos alunos.

Inclusão e acessibilidade

Sabemos que, como educadores, temos muitos desafios no dia a dia, mas é essencial garantir que todos os alunos tenham a oportunidade de participar plenamente e com equidade. Para alunos com TDAH, estratégias como o uso de checklists e lembretes visuais ajudarão na organização. Envolver esses alunos em tarefas dirigidas e movimentos moderados pode manter o foco. Para alunos no espectro autista (Nível 2), é imperativo criar um ambiente estruturado e previsível. Informações claras e visuais, além de roteiros para auxiliar na comunicação, podem facilitar a participação desses estudantes na atividade. Incentivar o intercâmbio entre pares de diferentes condições promoverá um aprendizado inclusivo e colaborativo. Monitorar sinais de sobrecarga e ajustar as tarefas conforme necessário assegurará que todos possam progredir sem comprometimentos.

  • Adaptação dos materiais didáticos para melhorar o foco e organização para alunos com TDAH.
  • Estruturação clara e apoio visual para alunos com TEA, Nível 2.
  • Atividades práticas que promovem a inclusão e interação entre todos.
  • Monitoramento de sinais de sobrecarga e ajuste de tarefas.

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