Nesta atividade, estudantes investigarão diferentes variedades linguísticas através de entrevistas com pessoas da comunidade local. Em seguida, eles discutirão como fatores sociais e regionais influenciam o uso da língua e criarão um documento colaborativo com suas análises, relacionando com a gramática normativa. A atividade promove a interpretação de textos, a produção escrita e oral, além de desenvolver habilidades sociais importantes como negociação e mediação de conflitos no trabalho em grupo.
Os objetivos de aprendizagem desta atividade concentram-se em promover uma compreensão crítica das variedades linguísticas e como elas se relacionam com a gramática normativa. Os alunos serão incentivados a aplicar conceitos da sociolinguística em uma investigação prática, realizando entrevistas e analisando dados reais. Essa atividade estimulará a habilidade de interpretar e produzir textos complexos, tanto de forma escrita quanto oral, além de desenvolver competências socioemocionais através do trabalho colaborativo e da mediação de conflitos. Ao finalizar, espera-se que os estudantes possam identificar as relações entre fatores sociais e regionais e o uso da língua, desenvolvendo, assim, tanto o pensamento crítico quanto a empatia.
O conteúdo programático desta atividade abrange uma exploração prática das variedades linguísticas e a sua relação com a gramática normativa, o que permitirá aos alunos integrarem teoria e prática de forma coesa. Adicionalmente, a atividade inclui elementos de interpretação e produção de textos diversificados, tanto do ponto de vista técnico-científico como literário, incentivando uma prática comunicativa ampla e contextualizada. A abordagem das figuras de linguagem e da gramática normativa se dará de maneira a ilustrar como normas e uso se conectam e são influenciados por aspectos sociais e culturais, promovendo um ensino que valoriza tanto a formalidade quanto a diversidade cultural.
A atividade utiliza metodologias ativas, especificamente a Aprendizagem Baseada em Projetos, para engajar os alunos em um processo investigativo significativo. Os estudantes realizam pesquisas de campo por meio de entrevistas, compilam dados e co-criam um relatório colaborativo. Esse enfoque promove a autonomia estudantil, já que os alunos participam ativamente na construção do conhecimento, e desenvolve habilidades de pesquisa, análise crítica, comunicação e colaboração. Ao final, a discussão em grupo permite um espaço de reflexão crítica e troca de experiências, o que enriquece o aprendizado coletivo e individual.
O cronograma da atividade está estruturado em uma aula de 50 minutos, sendo direcionado para a aplicação prática de conceitos linguísticos. Inicia-se com uma breve introdução teórica sobre variedades linguísticas e seus impactos sociais e regionais, seguida de instruções para a realização das entrevistas e coleta de dados. O restante da aula é dedicado à organização do material coletado e à preparação do documento colaborativo. Essa estrutura proporciona um equilíbrio entre teoria e prática, permitindo que os estudantes apliquem imediatamente o que aprenderam.
Momento 1: Introdução às Variedades Linguísticas (Estimativa: 15 minutos)
Comece a aula introduzindo o conceito de variedades linguísticas aos alunos. Explique como a língua varia de acordo com fatores sociais, regionais e situacionais. Use exemplos do cotidiano dos estudantes para ilustrar essas diferenças e incentive a participação ativa pedindo que compartilhem outros exemplos que conheçam. É importante que você observe se os alunos estão compreendendo os conceitos apresentados e encoraje perguntas para esclarecer dúvidas.
Momento 2: Instruções para Entrevistas e Coleta de Dados (Estimativa: 20 minutos)
Instrua os alunos sobre a realização das entrevistas. Explique a importância de respeitar os entrevistados e de obter informações claras e objetivas. Distribua as diretrizes de entrevista que você preparou previamente e explique como os alunos devem preencher. Permita que os alunos planejem quem irão entrevistar e que tipo de questões podem fazer. Observe se todos os alunos estão confortáveis com as tarefas e ofereça suporte quando necessário. Avalie a compreensão dos alunos sobre a metodologia através de perguntas dirigidas.
Momento 3: Organização do Documento Colaborativo (Estimativa: 15 minutos)
Divida a turma em pequenos grupos e explique que eles irão construir um documento colaborativo. Cada grupo deve começar a esboçar como organizarão as informações coletadas nas entrevistas e quais ferramentas digitais irão utilizar. É importante que você forneça exemplos de como uma estrutura de documento colaborativo pode ser e incentive a comunicação e cooperação entre os membros dos grupos. Avalie o engajamento e a capacidade de organização dos grupos através de observações das interações e contribuições de cada aluno. Conclua a aula recapitulando os próximos passos e garantindo que todos estejam cientes das atividades.
A avaliação da atividade será diversificada, contemplando tanto a produção do documento colaborativo quanto a participação no processo de análise e discussão. O objetivo é avaliar a compreensão dos estudantes sobre as variedades linguísticas e suas habilidades em aplicar conceitos teóricos em contextos práticos. Critérios de avaliação incluem clareza na apresentação das informações, coerência na análise dos dados coletados, e a capacidade de trabalhar em grupo de forma colaborativa. Um exemplo prático de avaliação é a análise do relatório final, considerando a estrutura, conteúdo e representatividade das variedades linguísticas investigadas. Além disso, o feedback formativo será utilizado para orientar os alunos durante o processo, incentivando a reflexão contínua e a melhoria.
A atividade empregará uma variedade de recursos para otimizar o processo de aprendizagem, incluindo tecnologias digitais para realização das entrevistas, como gravadores de áudio e ferramentas de videoconferência, e plataformas online para a elaboração do relatório colaborativo, como editores de texto compartilhados. Esses recursos facilitam o processo de coleta e organização de dados, tornam o aprendizado mais dinâmico e permitem aos alunos desenvolverem competências tecnológicas em um contexto prático.
Reconhecemos que o trabalho do professor é exigente e desafiador, mas a inclusão é uma prioridade em qualquer ambiente de ensino. Para garantir que todos os alunos possam participar efetivamente, mesmo que sem condições específicas, a atividade será adaptada para ser acessível a todos, sem comprometer a qualidade pedagógica. Sugere-se o uso de apresentações visuais claras e atividades práticas que envolvem diferentes formas de comunicação, promovendo um ambiente interativo e acolhedor. É importante também monitorar constantemente a integração de todos os alunos no processo, identificando possíveis dificuldades e intervindo, se necessário, a fim de assegurar a plena participação e aprendizado de todos.
Todos os planos de aula são criados e revisados por professores como você, com auxílio da Inteligência Artificial
Crie agora seu próprio plano de aula